Por Iralúcia Bertini Martins
A inteligência é, com certeza, uma habilidade que fascina todo ser humano. Nas Ciências, tem provocado amplos debates e controvérsias. Uma delas está relacionada à capacidade de como medi-la. “Como você é inteligente!” Quem nunca ficou feliz com este elogio? Ao contrário, como ficamos chateados quando alguém nos chama de “burro”, ou agimos de forma pouco inteligente na resolução de um problema.
Mas como é possível medir a inteligência de uma pessoa? Sabemos que os indivíduos diferem uns dos outros significativamente em relação ao nível (quantidade) dessa habilidade e seu desempenho (qualidade).
Dessa forma, avaliar a capacidade intelectual é importante para compreender o desempenho das pessoas, em especial, daquelas que apresentam dificuldades em algum momento do seu desenvolvimento, seja ele acadêmico ou social. Entretanto, a avaliação dos níveis de inteligência não devem se limitar somente ao fornecimento do Quociente Intelectual (QI), prática amplamente disseminada na nossa cultura (hoje encontramos, em revistas e na internet, testes que prometem avaliar e fornecer o QI em minutos).
Para obter uma avaliação adequada da eficiência intelectual de uma criança ou adulto, é fundamental relacionar o resultado em testes de QI com o seu desempenho em testes que avaliam outras funções cognitivas, habilidades sociais e, se necessário, contrapor com características de personalidade. Além disto, é preciso levar em consideração a comparação com amostras representativas de pessoas da mesma faixa etária, cultura e escolaridade para não se obter resultados comprometidos. Muitas vezes um QI extremamente baixo não necessariamente será indicativo de deficiência, assim como, um QI alto pode não ser preditivo de sucesso acadêmico ou profissional.
Portanto, quando necessitar de avaliação intelectual é primordial que procure uma pessoa capacitada a fim de minimizar a ocorrência de resultados errados, uma vez que as expectativas suscitadas frente a um diagnóstico falso, de deficiência intelectual ou de superdotação, podem comprometer toda a vida de uma pessoa.

Iralúcia Bertini Martins
Avaliação Neuropsicológica
Psicoterapia e Assessoria Pedagógica.
(16) 9 9260-4471
Durante esta época do ano, muitos optam por substituir a carne vermelha por carne de peixe. No entanto, não é apenas na Páscoa que os pescados devem entrar para o cardápio. Eles são fundamentais para uma dieta saudável. Quem orienta é a nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Adriana Zupo Domeneghetti.
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