Atualmente o mundo procura por melhores condições de trabalho e por melhores remunerações, por isso, cada vez mais, as pessoas estudam, trocam informações, se reciclam e principalmente atualizam-se, para ficar antenados e ligados em tudo o que acontece nesse ciclo globalizado em que vivemos. Mas ao mesmo tempo, com tanta informação disponível, ainda existem áreas e setores de diversas empresas nacionais ou internacionais, em que, muitas vezes, as condições de trabalho são severas e a palavra “Produção”, vem sempre em 1º lugar, expondo os indivíduos a trabalhos repetitivos de alta intensidade, manuseio de cargas pesadas, posturas inadequadas e postos de trabalhos que mais parecem postos de “tortura”. Para mudar esse conceito, muitas empresas estão adotando praticas ergonômicas para adequar e melhorar as condições de trabalho de seus profissionais, mas por que ainda é tão pouco falado e divulgado sobre isso?
Acredito que essa resposta seja simples, é que essa ciência, a Ergonomia, ainda é muito jovem, e precisa sim, ser melhor divulgada e muito mais aplicada, engana-se quem acha que essas ações são de privilégios apenas das grandes empresas ou que isso irá custar muito caro, tenho certeza que, com a informação correta, boas análises, protocolos eficazes e boas intenções, é possível sim, aplicar uma Ergonomia de baixo custo e grandes resultados, basta contar com pessoas qualificadas, experientes e dispostos a pensarem em alternativas simples que possam fazer toda a diferença.
Ergonomia, nada mais é que, estudar, avaliar e alterar as condições de trabalho inadequadas, para condições de trabalho adequadas, “Adequar o ambiente do trabalho ao Ser Humano”, porém três palavras não podem faltar nessas mudanças, são elas: Conforto, segurança e produtividade. Com elas bem alinhadas, com certeza iremos falar que a Ergonomia ajudou as pessoas e as empresas, pois o trabalhador que exerce suas atividades com: boa postura, equipamentos nas alturas e distâncias corretas, luminosidade adequada, conforto térmico e ajustes com regulagens de fácil acesso, estará trabalhando com mais conforto físico/postural, com mais segurança, pois tudo foi ajustado a sua necessidade, e é claro, será muito mais produtivo e consequentemente se ausentará do trabalho muito menos e a Ergonomia estará contribuindo para tudo isso.
Boas práticas fazem a diferença no dia a dia de trabalho
- Participe das aulas de Ginástica Laboral, alongue-se, pois boa preparação física é indispensável
- Não carregue peso acima do recomendado e utilize técnicas posturais adequadas
- Regule sua cadeira, monitor de vídeo e mesa na altura correta
- Coloque todos os materiais que utiliza com frequência dentro de sua área de alcance
- De tempos e tempos, mude a posição, levante-se e ande um pouco
- Hidrate-se muito e não coma além do necessário
- Abandone os vícios nocivos a boa saúde, não fume e não exagere na bebida alcoólica.
- Se mesmo com essas dicas você ainda tem dúvidas, procure um bom profissional de saúde ou um ergonomista, um deles poderá orientar mais especificamente, de acordo com suas reais necessidades.

Está comprovado: tratamento ortodôntico soluciona e é indicado para adultos com bastante eficácia. Foram desenvolvidas técnicas e abordagens capazes de abreviar os resultados, antes mais demorados, solucionar quadros mais complexos, e de difícil movimentação. Os dentes devem funcionar como uma engrenagem perfeita, o mal posicionamento gera força excessiva em alguns dentes, além de forçar outros, podendo causar: retração na gengiva e reabsorção do osso, principalmente quando associada à inflamação gengival (consequência de uma higienização ruim – falta do uso do fio e escova dental). Os casos mais graves de mal posicionamento com a presença de alguma parafunção como o apertamento dentário, podem causar a disfunção da articulação temporomandibular (DTM), caracterizado por dores e estalos na articulação temporomandibular (ATM).


A odontologia, assim como outras áreas da ciência da saúde, apresentou grande desenvolvimento nos últimos anos. Avanços nas áreas da informática, engenharia de tecidos e de materiais talvez tenham sido os principais responsáveis por esta transformação. Em alguns casos, os pacientes não apresentam volume ósseo suficiente para instalação do implante. Isso geralmente ocorre devido a processos infecciosos ou acidentes que levaram à perda prematura de dentes. Nestes casos, faz-se necessária a reconstrução destas áreas através de enxerto ósseo. Felizmente, com a evolução na área da engenharia tecidual e de materiais, estes procedimentos tem sido cada vez mais conservadores e efetivos para viabilizar a instalação dos implantes dentários.
Um dos fatores causadores da Halitose é a cárie, principalmente as extensas e abertas. O alerta é da Dra. Tatiana Gonçalves – que atua como Endodontista. Segundo ela, nestes locais os alimentos podem ser acumulados e geralmente não são totalmente removidos no momento da higiene bucal. Quando a cárie é profunda pode atingir a polpa dentária, provocando as pulpites (inflamações da polpa) e possíveis focos de material purulento por infecções pulpares.
De acordo com a cirurgiã-dentista – Dra. Edme Mello, que atua como Odontogeriatra, a halitose é bastante frequente no paciente idoso, devido a vários fatores, como: xerostomia fisiológica, alterações neuromusculares que causam dificuldade de mastigação, articulação, deglutição, e também higienização, presença de doenças sistêmicas, como diabetes; ingestão de medicamentos que alteram a qualidade e quantidade de saliva, respiração bucal, apnéia do sono, etc.“O enfoque deve estar principalmente no controle da automedicação, ingestão de água e orientação sobre higiene e alimentação.” salienta Dra. Edme Melo.
O implante é hoje a mais frequente escolha para casos de perda de dentes e a sua permanência na boca depende da manutenção feita pelo paciente, envolvendo uma adequada higienização, orienta Dr. Regis Peporini – especialista em Implantodontia. Segundo ele, o mau hálito pode ocorrer não devido ao implante e sim por uma má higienização. A higienização do implante pode ser complementada com escovas interdentais, que possibilitam a limpeza da região entre os dentes e a gengiva sem traumatizar os tecidos e os implantes, explica o implantodontista. “O descuido com a higiene dos implantes pode causar não só halitose, como o surgimento de doenças peri-implantares, reações inflamatórias ao redor dos implantes, além de comprometê-los, podem afetar a saúde como um todo”, alerta Dr. Regis Peporini.



